Aqui, postarei mensagens dadas a mim diretamente do coração do Pai. Entre! Fique à vontade e seja edificado...
domingo, 3 de setembro de 2023
Sobre a Transfiguração
terça-feira, 29 de agosto de 2023
Deus conhece a sua dor
⁸ Ao anjo
da igreja em Esmirna escreve: Estas coisas diz o primeiro e o último, que
esteve morto e tornou a viver:
⁹ Conheço
a tua tribulação, a tua pobreza (mas tu és rico) e a blasfêmia dos que a si
mesmos se declaram judeus e não são, sendo, antes, sinagoga de Satanás.
¹⁰ Não
temas as coisas que tens de sofrer. Eis que o diabo está para lançar em prisão
alguns dentre vós, para sedes postos à prova, e tereis tribulação de dez dias.
Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida.
¹¹ Quem
tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: O vencedor de nenhum modo sofrerá
dano da segunda morte. (Apocalipse
2:8-11/ARA)
Introdução
Logo após Paulo ser decapitado por Nero,
o Imperador Romano, nasce um homem chamado Policarpo.
Ainda na sua juventude, conheceu e foi
discípulo de João, o apóstolo mais íntimo de Cristo, sendo mais tarde
consagrado pastor e bispo de Esmirna.
Policarpo é conhecido pela tradição
cristã como um grande mártir e pai da igreja, tendo seu nome registrado nos
anais da história do I e II século d.C.
A igreja de Esmirna situava na Turquia, e
era uma das sete igrejas da Ásia Menor às quais o apóstolo Paulo fundou junto
com os discípulos.
João, na ilha de Patmos, recebe instrução
diretamente de Cristo para escrever tudo aquilo que Ele ditava a cada igreja,
que naquela época passava por alguma dificuldade física, moral ou espiritual.
Perceba que todas as cartas começam com Deus
falando às igrejas: “conheço as tuas obras”, mas a Esmirna Deus diz: “Eu
conheço a sua dor. Conheço as tuas aflições, conheço a sua tribulação”.
Naquela época, a igreja estava sendo
perseguida de tal forma, que seus fiéis ao serem pegos, eram torturados em
camas de espinho, jogados em caldeirões de óleo fervente, em arenas para serem
comidos por feras para entreter os romanos ou queimados vivos.
Muitos se escondiam. Outros negavam a fé
e se aliavam a Roma, mas existiam aqueles que lutavam bravamente diante da dor
glorificando a Deus até o último suspiro.
Policarpo foi um desses.
Três dias antes da sua morte, estava
orando como lhe era de costume, quando teve uma visão. Ao sair de seus
aposentos, olhou para os seus amigos e disse: serei queimado vivo.
No dia da preparação da páscoa, um sábado
sagrado para os judeus, bem na hora da refeição matinal, os soldados chegaram a
sua casa. Policarpo abriu a porta, pediu que a família servisse aqueles
soldados com alimento o quanto quisesse, e lhes pediu permissão para orar
durante 1h a Deus.
Após 2h de oração, ele se levantou e se
entregou aos soldados que já estavam arrependidos de irem prendê-lo.
Num jumento, escoltado pelos soldados,
caminhavam até a cidade quando encontraram a carruagem do pro cônsul que era
capitão da guarda local. Este fez
questão de lhe dar uma carona no intento de persuadi-lo a honrar o imperador a
fim de livrá-lo da morte.
No entanto, ao negar veementemente se
curvar ao imperador e negar a Cristo, o empurrou da carruagem de modo que ao
cair, deslocou a perna.
Quando estava entrando no estágio, lugar
que seria morto, uma voz surge do céu dizendo: SÊ FORTE POLICARPO! E todos que
estavam ali ficaram assustado por ouvirem a voz.
Mas uma vez o pro cônsul lhe dá a
oportunidade de negar a Jesus, mas Policarpo declara em alto e bom som: OITENTA
E SEIS ANOS O SERVI, E ELE NUNCA ME FEZ MAL. COMO ENTÃO POSSO BLASFEMAR CONTRA
MEU REI E SALVADOR?
O pro cônsul continuou insistindo: Não vê
que as feras estão prontas para devorá-lo?! Basta negá-lo que eu te livro desta
morte.
- ESTOU PREPARADO, PODE CHAMÁ-LAS.
E o pro cônsul replicou: - Já que não tem
medo das feras, queimarei você vivo.
E Policarpo respondeu:
- TU ME AMEAÇAS COM O FOGO QUE QUEIMA POR
UMA HORA E LOGO SE APAGA, MAS É IGNORANTE QUANTO AO FOGO DO JULGAMENTO DE DEUS
QUE VIRÁ SOBRE TODOS OS ÍMPIOS.
Imediatamente o colocaram na estaca, e
começaram a preparar para atear fogo.
Policarpo começa a orar a Deus em alta
voz, pedindo perdão por aquelas pessoas e agradecendo pelo privilégio de poder
morrer pelo Seu nome.
Ao colocarem fogo, as chamas subiam de
forma que não se encostavam a ele, como que seu corpo estivesse blindado por
Deus.
Ao perceber a comoção do povo e a
surpresa que lhes causava, um carrasco se aproximou perfurando-o com uma adaga.
O sangue que saiu daquele ferimento foi
tanto que apagou o fogo, e todos que estavam naquele estágio ficaram de pé,
admirados de como aquilo poderia ter acontecido.
Após morrer, atearam fogo novamente em
seu corpo e depois enterraram seus ossos.
Policarpo foi o 12º mártir da igreja de
Esmirna e muitos se converteram naquele dia pelo testemunho dado perante a
morte.
Vs. 8 - A carta deixa claro que foi o
próprio Jesus quem a ditou a João. Cada palavra expressava a soberania Daquele
que morreu, mas ressuscitou, e que estava vivo para anunciar o futuro a João e
àquelas igrejas.
Vs. 9 – Jesus conhecia o sofrimento que
aquela igreja estava enfrentando. Sabia de suas necessidades físicas, mas
engrandecia sua fartura espiritual. Ele via quantas pessoas estavam infiltradas
naquela igreja a fim de serem usadas por Satanás para corromper o corpo de
Cristo.
Vs. 10 – Cristo prevê mais sofrimento
para aquela igreja, mas a consola com uma palavra de esperança: esse sofrimento
tem tempo para acabar, não será pra sempre. E aquele que vencer receberá a
coroa da vida, ou seja, receberá um galardão do qual ninguém poderá tirá-lo.
Vs. 11 – Essa mensagem é para aquele que
ouve o Espírito, e a promessa é que a morte nunca mais terá poder sobre sua
vida.
A segunda morte é o sofrimento eterno
afastado de Deus, em comparação a vida eterna daqueles que permanecerem fiéis a
Deus.
Deus conhece a sua dor.
Ele sabe o que você está sofrendo.
Inclusive a causa do seu sofrimento.
Ele também vê quando você sofre
perseguição do mundo por amor a Ele, e as vezes que pessoas que se dizem
cristãs são usadas pelo Diabo para te ofender.
Mas Ele tem uma palavra de esperança para
você.
EU SOU A VIDA ETERNA, E AQUELE QUE
PERMENECER EM MIM ATÉ A MORTE, RECEBERÁ A COROA DA VIDA E SERÁ LIVRE DO PODER
DA SEGUNDA MORTE.
quarta-feira, 17 de maio de 2023
Contexto histórico da Palestina
Aula rápida sobre o contexto histórico da nação Palestina.
-Antes de Israel, havia um mandato britânico, não um estado palestino.
-Antes do Mandato Britânico, havia o Império Otomano, não um Estado Palestino.
-Antes do Império Otomano, havia o estado islâmico dos mamelucos do Egito, não um estado palestino.
-Antes do estado islâmico dos mamelucos do Egito, havia o Império Árabe-Curdo Ayubid, não um estado Palestino. Godfrey IV de Boulogne, conhecido como Godfrey de Bouillon, conquistou Jerusalém em 1099.
-Antes do Império Ayubid, havia o reino franco e cristão de Jerusalém, não um estado palestino.
-Antes do Reino de Jerusalém, havia os impérios omíada e fatímida, não um estado palestino.
-Antes dos impérios omíada e fatímida, havia o império bizantino, não um estado palestino.
-Antes do Império Bizantino, havia o Império Romano, não um estado Palestino.
-Antes do Império Romano, havia o estado Hasmoneu, não um estado Palestino.
-Antes do Estado Hasmoneu, havia o Selêucida, não um Estado Palestino.
-Antes do império selêucida, havia o império de Alexandre o Grande, não um estado palestino.
-Antes do império de Alexandre, o Grande, havia o império persa, não um estado palestino.
-Antes do Império Persa, havia o Império Babilônico, não um estado Palestino.
-Antes do Império Babilônico, havia os reinos de Israel e Judá, não um estado palestino.
-Antes dos Reinos de Israel e Judá, havia o Reino de Israel, não um Estado Palestino.
§ Antes do reino de Israel, havia a teocracia das doze tribos de Israel, não um estado palestino.
§ Antes da teocracia das doze tribos de Israel, havia uma aglomeração de cidades-reinos cananeus independentes, não um estado palestino.
Na verdade, neste pedaço de terra havia de tudo, EXCETO UM ESTADO PALESTINO.
As terras de Israel foram chamadas de PALESTINA pelo imperador romano Adriano que utilizou o termo “filisteu” para discriminar os judeus.
Naquela época Adriano também mudou o nome de Jerusalém para Aelia Capitolina a fim de tentar acabar com a história de Israel, porém ele fracassou.
A autoridade palestina é apenas um governo fictício que obtém benefícios manipulando os povoados árabes através da fé islâmica com o objetivo de destruir judeus e cristãos por meio do terrorismo.
Por: Eli Simberg
#AmIsraelChai #OnThisDay #Jerusalem #Israel
#GazaFreeFromHamas #ShalomIsrael
quinta-feira, 23 de março de 2023
Profecia cumprida de Daniel
sexta-feira, 17 de março de 2023
terça-feira, 14 de fevereiro de 2023
A Origem do Nome dos Dias das Semanas

Os nomes dos dias da semana no Império Romano.

Os nomes dos dias da semana após o Concílio de Niceia. Os nomes de origem pagã sobreviveram em boa parte da Europa latina cristã, como, por exemplo, na Espanha, na França e na Itália.

Os nomes dos dias da semana estabelecidos por São Martinho de Braga no século VI e que acabaram se fixando em Portugal e nos países de língua portuguesa como o Brasil.

Os dias da semana nas línguas anglo-saxônicas derivam dos nomes dos deuses nórdicos.
Domingo: primeiro ou último dia da semana?
Na tradição religiosa cristã, Domingo é
o primeiro dia da semana que comemora a ressurreição de Cristo. Nos Evangelhos,
Jesus morreu no dia de “preparação para o sábado (Lucas
23:54), ou seja, num dia que antecedia o
sábado, porém, com uma observação: tanto o dia 14 quanto o dia 15 de abib eram
sábados do Senhor, então... se Jesus morreu numa sexta e os dois dias seguintes
eram sábados, ele ressuscitou na segunda-feira e não no nosso domingo. Ele foi
sepultado no final da tarde e lá permaneceu durante três dias segundo a Bíblia (Jo 2:19-21, Mc 8:31, Mt 12:39) e foi na madrugada do terceiro dia e no primieiro
dia da semana, ou seja, na chegada da lua nova, de domingo, que as mulheres
foram ao túmulo (Mateus 28: 1; Marcos 16:1; Lucas 24:1,
João 20:1).
segunda-feira, 26 de dezembro de 2022
ORIGEM DOS HOSPITAIS, CEMITÉRIOS E ESCOLAS PÚBLICAS.
ORIGEM DOS HOSPITAIS PÚBLICOS
A
palavra hospital é de raiz latina e deriva de “Hospitalis”. Proveniente de
hospes (hóspedes) – nessas casas que, futuramente, seriam os hospitais era
comum receber peregrinos, pobres e enfermos.
As
hospedarias antigas eram lugares que alugavam quartos para que mulheres dessem a
luz, feridos de guerra fossem tratados, ou pessoas com posses, pudessem tratar alguma enfermidade de modo isolado.
Os
primeiros “hospitais” que temos informação foram construídos em 431 a.C, no
Ceilão (atual Sri Lanka), pelo rei Pandukabhaya que ordenou a construção de
casas “para internação”.
Por
volta de 100 a.C, na Europa, a introdução coube aos romanos, que ergueram
locais chamados de valetudinária, a fim de cuidar dos soldados feridos em
batalha. No entanto, foi apenas a partir do século IV, com o crescimento do
cristianismo, que os hospitais se expandiram de forma mais evidente.
Comandados
por sacerdotes e religiosos, os monastérios passaram a servir de refúgio e base
para viajantes, peregrinos e doentes pobres. Esses lugares possuíam um
infirmitorium (enfermaria, lugar de enfermos), onde os pacientes eram tratados; uma farmácia e um jardim com plantas medicinais.
Esses modelos serviram como inspiração para os hospitais modernos.
Na Idade Média,
as ordens religiosas continuaram sendo os líderes nas criações de hospitais.
O Cristianismo tornou esse cuidado mais humano, surgindo a ideia de ajuda aos necessitados e doentes.
O decreto de Milão, de 313 d.C., instituído pelo
imperador Constantino, e o Concílio de Nicéia, de 325 d.C., que estabelecia o
atendimento compulsório aos carentes e enfermos, promoveram a motivação final
para o desenvolvimento dos hospitais.
Desde os primórdios da humanidade, podemos perceber o poder do ensino e da educação, bem como seu grande papel social, mas ela não se dava da forma como conhecemos hoje, e diferente era o seu objetivo.
Nas comunidades primitivas as crianças e
jovens aprendiam técnicas grupais de sobrevivência e práticas coletivas como
caça, pesca, plantio e alguma cultura particular. Não existia uma instituição
determinada para a educação: ela se dava em “casa” e no convívio com seu grupo
ou tribo, e assim era repassada de pai para filho, confirmada através de
gerações.
Após
milhares de anos e gradativa evolução social, chegamos à Grécia Antiga, onde a
educação sofre uma verdadeira dedicação e se revoluciona. Muito da educação
ocidental é devida a Paidéia Grega, um complexo educacional de Ginastica,
Gramática, Retórica, Música, Matemática, História, Filosofia, entre outras
matérias, para formação de cidadãos capazes de exercer ativo papel na
sociedade. Nesse contexto, a educação era para alunos seletos, excluindo-se
mulheres, escravos e estrangeiros. Inclusive, a etimologia da palavra “escola”
é de origem grega “scholé”, que significa “discussão”, “conferência” e também
“tempo livre”, o que quer dizer, em outros termos, que no tempo livre pode-se
desenvolver uma conversa útil, digna de aprendizado.
Chegando
à Idade Média, temos os mosteiros como responsáveis pelo ensino, ainda assim
muito seletos, com alunos da elite e estudos extremamente ligados à religião.
O mosteiro foi o primeiro espaço de organização e
preservação dos saberes na Idade Média. Eles salientam que a concepção que
temos de um local especialmente destinado à sistematização do ensino e do
conhecimento nasceu da ideia cristã de evangelização presente no mosteiro e nas
escolas cristãs dessa época. ((OLIVEIRA, 2008, p.208)
Mas
foi a partir da Reforma Protestante em 1517 que Martinho Lutero, sendo um dos
responsáveis, formulou o sistema de ensino público que serviu de modelo para
a escola moderna no Ocidente.
Movido
pela indignação e pela discordância com os costumes da Igreja de seu tempo, o
monge produziu uma reforma global do sistema de ensino alemão, que inaugurou a
escola moderna. Seus reflexos se estenderam pelo Ocidente e chegam aos dias de
hoje.
CEMITÉRIO PÚBLICO
A
palavra cemitério vem do grego que significa, lugar de dormir.
Primitivamente,
cemitério era o lugar onde se dormia. Foi somente nos primeiros séculos da
nossa era que a palavra assumiu o sentido de necrópole, de campo-santo, campo
de descanso eterno, etc.
A
Bíblia, em várias passagens, denomina o cemitério como sendo onde dormem
os mortos até serem acordados pelas trombetas do Juízo Final, quando se
levantarão incorruptos. Em outros momentos, a morte se encontra como sinônimo
de sono, como é o caso em que Jesus, ao falar sobre a morte de Lázaro, diz:
“Lázaro, nosso amigo, dorme, mas vou despertá-lo” (Jo 11, 11).
Os
mortos, eram sempre sepultados em campo aberto em locais comprados pela família
onde se juntavam para esperar a ressurreição em família.
Porém,
nem todos podiam ter um enterro digno. Criminosos e pessoas consideradas
perversas, eram queimadas como sinal de purificação.
O
cemitério, enquanto agrupamento de túmulos ou sepulturas, é provável que tenha
surgido quando os homens passaram a se fixar em determinadas regiões, e,
também, com o aparecimento da propriedade privada.
Com o
aumento das cidades e de seus habitantes, acarretou o acúmulo de túmulos ao
redor de igrejas, conhecidos como cemitérios cristãos, onde a família poderia
enterrar seu parente no quintal da igreja que frequentava.
Segundo
Tertuliano, seu aparecimento ocorreu fim do século II. Pela lei, tinham de
ficar fora da cidade; subterrâneos ou em área descoberta, mas então, cercados
por muros ou colunas. Devido a perseguição aos cristãos, passaram a
constituir-se em local apropriado de reuniões e orações, e assim permaneceu até
a idade média, quando houve uma ruptura do estado com a igreja e o estado
passou a tomar conta dessa parte e cobrar pelo sepultamento. Este ato muito contribuiu para sua plataforma politico-partidaria como repertório de ação num palanque.
Uma
breve pesquisa sobre a origem das Escolas, hospitais e cemitérios públicos.
Meire
Raposo – Historiadora, Teóloga e Professora.
16/12/21

