terça-feira, 31 de julho de 2012

segunda-feira, 23 de julho de 2012

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Com o Tempo, tudo vem à tona...

Sabe, só com o tempo é que entendemos o não de Deus.
Às vezes é tão difícil aceitar, tão ruim ouvir e tão sofrido, que preferimos murmurar, ficar emburrado, a aceitar que Ele conhece o melhor para cada um de nós.
Fico imaginando como Deus nos vê nestes momentos...
Como fica o Seu coração apertado em ter que nos contrariar, sabendo que é o melhor a fazer.
Tenho certeza que também é difícil para Ele, pois como Pai, não gosta de vê os Seus filhos sofrer.
No entanto, como um Deus Onisciente, delibera a Sua graça, impondo a Sua vontade a favor de nós, ainda que não aceitemos como boa.
Mas com o passar do tempo, e com o desenrolar das situações, nossos olhos são abertos e podemos enxergar o livramento de Deus e Seu grandioso amor em nos privar de maiores sofrimentos.
Sempre tive convicção do livre arbítrio, mas ouvi algo e analisando comecei a concordar: "Deus nos dá o livre arbítrio até certo ponto."
É verdade...
A árvore da vida também estava no jardim do Éden, mas com o pecado de Adão, Deus o privou de comê-lo para o seu bem.
Assim Ele faz conosco. Até certo ponto, permite-nos decidir, escolher, errar. Mas como Pai, que também tem a Sua autoridade, nos priva de atos piores, e logo Se posiciona a fim de nos guardar de um mal pior.
Sei e sou convicta que Ele me ama, e que tudo o que faz e deixa de fazer, é por cuidado e por Sua graça incondicional.
Obrigada Deus.

terça-feira, 17 de julho de 2012

segunda-feira, 16 de julho de 2012

sábado, 14 de julho de 2012

sexta-feira, 13 de julho de 2012




Refutações:

Gosto de analisar a vida em forma de metáfora.
Acho mais fácil escrever o que vi e vivi nesta figura de linguagem. Assim como acho de fácil entendimento pra quem lê e escuta.
Desde criança adoro ler e escrever.
Aprendi a por no papel coisas que não tinha coragem de contar pra ninguém.
Talvez pela falta de confiança mesmo.
Lembro-me de certa vez que escrevi uma canção. Eu devia ter uns 11 a 12 anos.
Mostrei a uma pessoa que considerava minha amiga. Ela ridicularizou o que eu havia escrito, e disse que eu jamais teria competência de ter criado aquilo.
Certas palavras marcam a vida de uma pessoa, e eu sempre tive muitos problemas com palavras.
Não sei porque as pessoas usam delas para magoar, ou para dizer coisas que na verdade não sentem.
O ruim disso, é que uma vez dita, nunca mais volta atrás, e ainda que a pessoa diga que não era aquilo ou que disse sem pensar, o caos já foi feito.
Sempre fui uma analítica compulsiva.
Não sei se é uma qualidade, mas para mim, tornou-se um grande defeito, pois deixou-me estressada por demais.
Sempre que alguém me ofende e penso em dar o troco, analiso como seria ouvir minhas palavras na boca de outra pessoa. Então, logo desisto, pois não tenho coragem de fazer com ninguém, aquilo que não gostaria que fizessem comigo.
Minha irmã sempre diz que sou sentida demais, e que por isso as pessoas abusam do meu caráter.
Queria ser diferente, mas pra isso, só nascendo de novo. E como sei que só existe apenas uma vida a ser vivida, prefiro continuar me covardando a ter coragem de dizer algo que eu não possa mais voltar atrás.
Assim, continuo escrevendo, e depositando no papel aquilo que aflige o meu coração, mas que também aviva minhas experiências.
Quem sabe alguém lê e aprende alguma coisa?!



quinta-feira, 12 de julho de 2012





Autoanálise.

A bondade das pessoas, atualmente, me surpreendem.
Não deveria!!
Penso que tudo o que surpreende é raro, pouco visto, inacessível.
No entanto, existe uma coisa que me assusta, faz-me cair o queixo e atropela a minha esperança na humanidade, como uma carreta a 200 km/h - a maldade.
Não sei como uma pessoa pode se apaixonar por outra e viver momentos maravilhosos juntos, e em tão pouco tempo, ser capaz de machucar, humilhar, planejar coisas tão frias e egoistas, àquela mesma pessoa que jurou amor eterno e fidelidade.
É tanta indiferença, tanto abuso, tanta mentira...
Não sei como é capaz de caber tudo isso numa mesma pessoa.
É quase inacreditável.
E o pior, cada vez mais comum.
Percebo que cada dia mais o mundo jaz no Maligno.
Uma lápide literal a atual geração.
Morreram os bons costumes, a moral, o altruísmo, o amor, a confiança, a cumplicidade, o companheirismo, a lealdade, a amizade, a unidade e a misericórdia (ato de se colocar no lugar de outrem).
Enfim, estão crucificando Deus todos os dias e O mantendo na cruz com seus atos.
Analise sua vida, e veja se você não é um destes.


terça-feira, 10 de julho de 2012

Minha casa, Meu coração.

Se é uma coisa que eu gosto de fazer, é cuidar da minha casa.
Nasci com este dom.
Adoro cuidar, arrumar, decorar, e principalmente desfrutar do aconchego de um lar.
Desde adolescente, eu já desejava ser esposa, ter uma família e cuidar da minha casa.
Nunca fui do tipo de dar ordens. Por isso, nunca desejei ter uma empregada em casa, cuidando daquilo que eu gosto de fazer.
Minha casa é o lugar que eu mais gosto de estar.
Tudo nela me dá prazer.
Cada canto, em cada espaço vazio e a todo instante, fico imaginando como deixá-la ainda mais aconchegante.
Sou hospitaleira e adoro receber amigos e parentes com quitutes que amo preparar.
Nada me cansa, nada me deixa entediada...
Acordo com gosto para deixá-la linda.
Da mesma forma, quero também cuidar da minha casa espiritual. Minha alma, meu coração.
Deixando-o limpo, arrumado, em ordem e totalmente preparado para o meu Rei.
Sei que por vezes a deixei meio empoeirada, mas logo tratei de limpar tudo e arrumar cada detalhe.
Nesta casa, a primasia é a tornar cada dia melhor, de modo que o inquilino, que na verdade é o dono, sinta-se totalmente à vontade e feliz em morar.
Seja bem-vindo, Senhor, espero que esteja do Seu agrado.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

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