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quarta-feira, 11 de março de 2020

Aula 08 - Bíblia, a Ciência da nossa Fé: O Dia que o Sol Parou



Então Josué falou ao Senhor, no dia em que o Senhor entregou os amorreus nas mãos dos filhos de Israel. E, na presença dos israelitas, ele disse: “Sol, detenha-se em Gibeão, e você, lua, pare no vale de Aijalom.” E o sol se deteve, e a lua parou até que o povo se vingou de seu inimigos.Não está isso escrito no Livro dos Justos? O sol se deteve no meio do céu e não se apressou a pôr-se, por quase um dia inteiro. Não houve dia semelhante a este, nem antes nem depois dele, tendo o Senhor, assim, atendido à voz de um homem; porque o Senhor lutava por Israel.
(Js 10:12-14 – NAA)
1 - Introdução

Já passou a época em que se acreditava que a fé e a ciência não podiam caminhar juntas. Esse equívoco ultrapassado começou a ganhar cada vez mais força conforme a tecnologia humana foi avançando, e descobertas que até então deveriam banir as religiões, serviram para fundamentar e dar ainda mais autoridade ao que a Bíblia, por exemplo, afirma há milhares de anos.
O assunto de hoje nos traz várias interrogações que se chocam com a lógica do nosso entendimento.
Todos nós já estudamos física na escola em algum ponto de nosso vida e nos deparamos com o Princípio da Inercia.


A Primeira Lei de Newton diz que um corpo em repouso tende a permanecer em estado de repouso e um corpo em movimento uniforme em uma linha reta, tende a permanecer em movimento constante (a menos que uma força atue sobre ele).
Então partindo deste Princípio e sabendo que o planeta Terra se movimenta ao redor de si mesmo numa velocidade de 1700 km/h, seria possível a Terra ter parado? O que de fato aconteceu em resposta a oração de Josué?

2 - Ciência comprova o dia e a hora que “o sol parou”

Uma vez que a Bíblia é o livro mais lido de todos os tempos e que milhões de pessoas o leram por séculos, encontrar algo de novo em suas páginas é um achado que pode ser classificado como peculiar. Tal feito raro pode ter sido conquistado recentemente por cientistas – e, caso a ‘descoberta’ se confirme, pode ajudar a dar mais precisão a datas de eventos da Antiguidade e a ajustar os dados que temos sobre a rotação da Terra.
Com base em dados obtidos da NASA, cientistas da Universidade Ben-Gurion do Neguev, em Berbesá, Israel, descobriram não apenas que o relato bíblico descrito em Josué realmente aconteceu, como também o dia e a hora exatos do fenômeno.
Trata-se de um eclipse solar anular (quando a Lua encobre apenas o centro do Sol, permitindo aos observadores na Terra verem nos céus algo como um ‘anel de fogo’), que teria ocorrido no meio da tarde do dia 30 de outubro de 1207 a.C. Curiosamente, para chegar a uma data tão precisa sobre um evento que ocorreu há 3.224 anos, o físico Colin Humphreys, diretor de pesquisas da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, e o astrofísico Graeme Waddington se basearam na passagem citada acima.


A primeira pessoa a sugerir que Josué 10:12-14 estava se referindo a um eclipse solar", ressaltam eles, "parece ter sido o linguista Robert Wilson (1918), que fez a seguinte tradução há quase cem anos: 'Eclipse, ó Sol, em Gibeão, E a Lua no Vale de Aijalom. E o Sol foi eclipsado e a Lua virou-se, enquanto a nação se vingou de seus inimigos'.


Como Wilson, Humphreys e Waddington voltaram ao texto original e perceberam que as palavras em hebraico davam margem para uma outra interpretação. As traduções correntes deste trecho, dizem os autores em seu estudo, "assumiram que, pelo texto, o Sol e a Lua pararam de se mover. No entanto, um significado alternativo plausível é que o Sol e a Lua deixaram de fazer o que é de seu costume: pararam de brilhar". No século 20, Wilson havia chegado à mesma conclusão, observando ainda que, nos textos astronômicos babilônicos, havia palavras que significavam "escurecer" e que tinham a mesma raiz dos termos usados na Bíblia para descrever a ação do Sol e da Lua. No entanto, naquela época, não era possível fazer uma investigação profunda devido à natureza dos cálculos necessários - um problema agora superado.

3 – Outro Texto que Parou o Tempo

Fazendo a leitura dinâmica da Bíblia hoje em 2 Reis 20, Cindi Angelo deparou com dois grandes milagres: a cura do Rei Ezequias e o relógio solar, que retrocedeu 40 minutos, como um sinal de que Deus lhe daria mais 15 anos de vida, como lhe havia prometido através do profeta Isaías.
“Então o profeta Isaías clamou ao Senhor; e fez voltar a sombra dez graus atrás, pelos graus que já tinha declinado, no relógio de sol de Acaz” (2 Reis 20:11)
Em certa ocasião, os cientistas da NASA conferiram a localização exata do Sol, da Lua e dos planetas do Sistema solar em diversas épocas do passado. Em determinado momento da pesquisa, o computador parou e deu um sinal vermelho.
A princípio, os cientistas julgaram que havia algum erro com as informações ou com os resultados de parte dos cálculos. Os responsáveis pelo computador foram acionados e concluíram que não havia problema com a máquina. A questão era que faltava um dia no passado.
Confusos, os cientistas não encontraram explicação plausível. No entanto, um deles se recordou que havia aprendido na escola que Josué, personagem bíblico, havia feito o Sol parar por quase um dia. Inteirados sobre o contexto bíblico, conferiram no computador os dias no período citado pela Bíblia e chegaram a uma resposta próxima a um dia.
Tal resultado os deixou sem rumo mais uma vez.
O que aconteceu com os 40 minutos que restavam para completar 24 horas?
O mesmo cientista que se lembrara da história de Josué comentou que, em alguma passagem bíblica, era citado o regresso do relógio de Acaz em dez graus. Com a ajuda de um especialista no assunto, chegaram no texto de 2 Reis 20:10-11, no qual o rei Ezequias, muito enfermo, foi visitado pelo profeta Isaías, o qual confirmou que o rei morreria. Após receber tal notícia, Ezequias virou o rosto para a parede e clamou a Deus, que lhe acrescentou mais 15 anos de vida.
Como sinal de que sararia, Ezequias pediu que o relógio de Acaz retrocedesse dez graus. Estarrecidos, os cientistas verificaram que aqueles graus descontados do relógio de Acaz correspondiam, exatamente, aos 40 minutos que completaria o dia perdido no Universo.
Embora não tenha sido comprovada devidamente, os cientistas, até hoje, não encontraram outra resposta para tal indagação. As Escrituras declaram: “Bem-aventurados os que não viram e creram!” (João 20:29b). “Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão” (Marcos 13:31)









Fonte de Pesquisa:












sábado, 7 de março de 2020

Aula 07 - Bíblia, a Ciência da Nossa Fé: As Muralhas de Jericó.


“Foi pela fé que os muros de Jericó desmoronaram, depois de serem rodeados durante sete dias.” (Hb 11:30 – KJA)

1 – Introdução

Evidentemente, nossa fé não está baseada nas descobertas da ciência. Entretanto, não podemos ignorar os benefícios provindos dela quando seus estudos servem para solidificar a nossa crença.
Jericó encontra-se a aproximadamente 13 km a nordeste do Mar Morto e a aproximadamente 30 km de Jerusalém, era rodeada de palmeiras e possuía muita água. Pois era situada às margens do Rio Jordão, próxima a Judá. Considerada a cidade mais antiga do mundo seguida de Damasco (Síria), é hoje a região habitada de mais baixa altitude na Terra, pois fica a cerca de 270m abaixo do nível do Mar Mediterrâneo.
A história de Josué e a batalha em Jericó se encontra em (Js 6:1-27), sendo uma das mais conhecidas no Antigo Testamento.
Mas será que os muros caíram mesmo no grito?

2 - Algumas Teorias Sobre a Queda

·    Cronistas da antiguidade acreditam que Deus usou de psicologia para invadir Jericó e destruí-la. Dizem que a estratégia de circuncidar a cidade por 7 dias com o exército e com a participação da temida Arca da Aliança foi uma maneira de intimidar o povo cananeu, que já conhecia as histórias sobre o povo que amaldiçoou o Egito com 10 pragas e atravessou o Mar Vermelho a pés secos. O fato de terem atravessado o Rio Jordão em época de cheia também numa forma extraordinária, também os acovardou. Esses cronistas dizem que Raabe deu entrada ao exército por sua casa e que eles teriam invadido Jericó e a destruído de dentro para fora.
·      Outra suposição contada por alguns historiadores é que as voltas ao redor dos muros por sete dias e os toques simultâneos das cornetas serviram para distrair as sentinelas de Jericó a fim de não perceberem escavações feitas pelos hebreus com a finalidade de enfraquecer os muros e derrubá-los na hora da invasão.
·       Mas de acordo com os geólogos, Jericó, que fica exatamente sobre uma fossa tectônica, ou seja, uma área instável e propensa a apresentar atividade sísmica, entre as placas tectônicas africanas e arábicas, facilmente cederiam com um terremoto. Portanto, o relato do Velho Testamento pode estar associado a um terremoto que atingiu a região bem quando os israelitas faziam o maior escarcéu junto às muralhas.
O fato de o Rio Jordão ter parado seu fluxo também estaria ligado a um terremoto que por algum tempo obstruiu a passagem levando o rio a secar dando oportunidade de o povo atravessar a pés secos a distância de 30mt, de um lado a outro, mesmo estando em época de cheias (Js 3:15-17). Esse fenômeno é muito comum naquela região, e foi registrado por várias vezes parando o fluxo do rio em até 2 dias (1160, 1267, 1534, 1646, 1834, 1906 e 1927 d.C)

3 – Qual História a Arqueologia nos Conta?

A cidade de Jericó é um dos ajuntamentos mais antigos do mundo. Os registros humanos ali encontrados fornecem informações sobre quase todos os períodos do início da história. Entre os objetos mais antigos ali encontrados, temos machados, picaretas e foices, feitos de pedra, madeira e osso. Além disso, foram encontradas ali também uma muralha de quase seis metros e uma torre de 7,7 metros de altura com 8,5 metros de diâmetro. Construções que se destacam como obras muito à frente do seu tempo.
O Dr. John Garstang, diretor da Escola Britânica de Arqueologia de Jerusalém e do Departamento de Antiguidades do governo da Palestina (1930-1936), descobriu em suas escavações que o muro realmente “foi abaixo”; ou seja, caiu, e que era duplo. Os dois muros ficavam separados um do outro por uma distância de cinco metros. O muro externo tinha 2m de espessura e o interno, 4m. Os dois tinham cerca de 10 de altura. Foram construídos não muito solidamente, sobre alicerces defeituosos e desnivelados, com tijolos de dez centímetros de espessura, por trinta a sessenta centímetros de comprimento, assentados em argamassa de lama. Eram ligados entre si por casas construídas de traves na parte superior, como a de Raabe, por exemplo, erguida “sobre o muro”.
Garstang verificou também que o muro externo ruiu para fora, pela encosta da colina, arrastando consigo o muro interno e as casas, ficando as camadas de tijolos cada vez mais finas à proporção que rolavam ladeira abaixo. Ele pensa haver indícios de que o muro foi derribado por um terremoto, o que pode ser, perfeitamente uma conseqüência da ação divina.
Na década de 1950 Kathleen Kenyon alegou ter descoberto indícios incríveis da destruição passiva da cidade exatamente conforme a descrição da Bíblia, onde os muros primeiramente caíram e depois a cidade foi incendiada e os pertences abandonados. Ela até mesmo encontrou vasos repletos de grãos e cereais indicando que a destruição total foi repentina, ou seja, não houve um cerco prolongado à cidade, pois havia fartura de alimentos por toda parte (Js 3:15)
Este relato confirma que o povo hebreu obedeceu às ordens dadas por Deus de invadir e destruir a cidade sem saqueá-la, e queimá-la após a invasão (Js 6:18-19, 24)



·       Acima, casa de Cananeus colada na muralha, exatamente conforme a descrição da casa da prostituta Raabe (Js 2:15).

·    Nas fotos abaixo, os vasos de Jericó ainda repletos de cereais em seu interior, e as escavações de John Garstang em Jericó que mostram os restos da cidade destruída pelos israelitas em cerca de 1400 AC.







Fonte de Pesquisa:

quinta-feira, 5 de março de 2020

Aula 06 - Bíblia, a Ciência da nossa Fé: A Travessia do Mar Vermelho


Pelo forte sopro das tuas narinas as águas se amontoaram. “As águas turbulentas firmaram-se como muralha; as águas profundas congelaram-se no coração do mar”. (Êxodo 15:8 – NVI)
1 - Introdução

A travessia dos hebreus em fuga do Egito pelo Mar Vermelho, com as águas abrindo passagem, é uma das narrativas bíblicas que mais desperta ceticismo nas pessoas, pois na sociedade atual, questões práticas têm ofuscado questões de fé, e somente explicações científicas conseguem receber crédito. No entanto, aos céticos, a ciência dá o recado: a abertura do mar é um fato possível.
O cientista Carl Drews, da Universidade do Colorado (EUA), contou em entrevista à revista Veja (publicada em 22 setembro de 2010) como o fato narrado na Bíblia poderia ser explicada do ponto de vista científico, e que o conhecimento a respeito disso poderia ser usado para preservar vidas.
Questionado sobre o motivo pelo qual acredita que a ciência e a religião não são contraditórias, o cientista foi prático em sua resposta: “Nos Estados Unidos, há um problema que não existe no Brasil. Temos muitas pessoas que pensam que a religião e a ciência devem estar sempre em conflito. Contudo, Deus pode trabalhar por meio das leis da natureza para salvar os homens da destruição. E os cientistas modernos podem entender as leis da natureza e salvar as pessoas de doenças, fome, enchentes, furacões e terremotos. Não importam quais são suas crenças religiosas; é fascinante descobrir que uma história antiga tem base científica”.
Carl Drews, que lidera um time de pesquisa no Departamento de Ciência Atmosférica e Oceânica da Universidade do Colorado, publicou um estudo ao lado de Weiqing Han sobre o tema. Com o apoio dos pesquisadores do Centro Nacional de Pesquisa Atmosférica dos Estados Unidos, a dupla demonstrou que o movimento do vento descrito na Bíblia pode ter afastado as águas sem quebrar nenhuma lei da física.
O estudo virou um livro, intitulado “Between Migdol and the Sea” (“Entre Migdol e o Mar”, em tradução livre – a expressão “migdol” é um termo usado por arqueólogos para se referirem ao local da travessia dos hebreus).

2 – Explicações Científicas

1ª Teoria Científica:

As simulações de computador mostram que um forte vento leste noturno, de mais de 100 km por hora, que durasse mais de 12 horas, poderia ter empurrado a água, para uma lagoa costeira ao longo do Mar Mediterrâneo. Assim um caminho teria se aberto, permitindo que as pessoas andassem com segurança em lodaçais no meio do Mar. Quando o vento amainou, as águas recuaram. Assista no vídeo abaixo:


Eles descobriram que um vento de 63 km/h, com duração de 12 horas, teriam empurrado as águas de 6 metros de profundidade. Este fato teria exposto sapais, durante quatro horas, criando uma passagem de 3,2 km de comprimento e 5 km de largura.
“As simulações são bastante fiéis ao que é relatado no Êxodo", disse Carl Drews do NCAR, autor do estudo. "A separação das águas pode ser compreendida através da dinâmica de fluidos. O vento move a água de uma forma que, em conformidade com as leis da física, cria uma passagem segura de água em dois lados e, em seguida, abruptamente permite que a água retorne".

2ª Teoria Científica:

Acredita que esse mesmo fenômeno teria acontecido em cima de uma protuberância que se encontra em um local chamado estreite de Tiran, entre o Egito e a Arábia Saudita, que formam uma ponte natural por baixo do mar. O vento teria soprado a mais ou menos 70 a 100 km de velocidade fazendo que o mar se abrisse nesse local, formando paredes de água ao lado da passagem que ía direto ao outro lado, por onde o povo atravessou o mar.
Essa passagem possui mais ou menos 18 km de um lado a outro, e o vento teria aberto um caminho na largura de 800 m, dando espaço suficiente para que o povo atravessasse com todo seu rebanho, crianças, anciãos e o que mais carregassem.


 


3 – Conclusão
Toda vez que arqueólogos, cientistas e historiadores tentam desmentir uma passagem bíblica, são confrontados com inúmeras provas de que a bíblia é verdadeira e fiel, e que  a história só prova a sua infalibilidade.
A resposta humana para fatos sobrenaturais, não diminui em nada a grandeza da obra de Deus, pelo contrário, só nos prova que Deus é capaz de usar a natureza e seus fenômenos a fim de cumprir Seus propósitos, e permite que o homem entenda a Sua soberania através destas descobertas.




REFERÊNCIAS DE ESTUDO
·         https://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/modelo-de-computador-explica-como-moises-separou-o-mar-vermelho/n1237781475212.html
·         https://www.youtube.com/watch?v=XZqIZqDh1ns&feature=emb_logo
·         http://revistagalileu.globo.com/Galileu/0,6993,ECT705241-2681-7,00.html
·         https://veja.abril.com.br/ciencia/divisao-do-mar-vermelho-e-explicada-por-cientistas/

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