sábado, 19 de janeiro de 2013

Meu Deus! Que Ponto Chegamos...



Ligo a TV pela manhã e fico apavorada com o que vejo.
Crianças blogueiras ganhando fama com assuntos de adulto, das quais não tem experiência, nem maturidade para discutirem, muito menos aconselharem. 
No entanto, centenas de seguidores, também adolescentes, estão ouvindo e acatando a tais conselhos.
E nós mães, o que fazemos a respeito?
É mais do que provado que menina adolescente, não procura a mãe para tirar suas dúvidas da vida, principalmente por assuntos pertinentes a sexualidade. Geralmente, ela conversa com amigas da mesma idade, que também mal sabe as respostas ou sabe de maneira equivocada, aprendidas da forma errada pela TV ou internet.
Crianças de 12 anos de idade agindo como verdadeiras periguetes, correndo atrás de meninos e fazendo absurdos em prol de aprovação.
A popularidade hoje é algo desejado pela maioria, não só pelos adolescentes... mas eles, estão dispostos a tudo, até mesmo a uma exposição errada de sua imagem em prol de algo que dura tão pouco, fama.
O mal disso, é a repercussão.
Ninguém sabe até onde isso vai, mas com certeza, não irá tão perto para reparar.
Uma vez mal vista, sempre mal olhada.
Por isso, faço questão de conversar com minha filha sobre tudo e ensiná-la a pensar antes de agir, para depois não se arrepender. 
Tenho suas senhas e adiciono e deleto amigos em suas redes sociais, escolho as fotos que ela vai postar e curto ou mando excluir comentários e post que acho necessário.
Fico atenta a tudo e não abro mão de protegê-la.
Afinal, se eu não cuidar, quem vai? 
Deus só faz aquilo que eu não posso fazer.

Por que eu sou tão diferente?!


Sempre percebi que me diferenciava das demais pessoas.
Meu modo de pensar, agir, até mesmo de falar, revelava-me a dimensidade de um eu que não cabia em algumas rodas.
Coisas como:
Por que eu tenho que aprender falar inglês para visitar os EUA, e eles não precisam aprender português para vir aqui no Brasil?
Por que tenho que esconder o que sinto por algumas pessoas por medo delas me magoarem?
Por que não posso ser sempre honesta em minhas opiniões?
Por que todo mundo tem que sorrir para aparentar estar bem quando não estão?
Por que eu não posso falar de minhas fraquezas e questionamentos, sem surpreender àqueles que me julgam fortes?
Por que perguntam a minha opinião, quando na verdade, não estão nem aí para ela?
Por que tenho que sorrir quando estou triste e me mostrar triste em situações onde não estou?
Por que preciso ser como os outros, se demorei tanto para ser quem eu sou?
Por que preciso me conformar com algumas situações?
Por que não posso falar a verdade sempre?
Por que pessoas erradas são tidas como certas e vice-versa?
Por que estou escrevendo isso, quando sei que não fará a menor diferença?
Por que você está gastando estes minutos, lendo perguntas que você nem tem coragem de fazer a si mesma(o)?
Por que estou preocupada com isso?
Sabe de uma coisa.... eu não estou.
Minhas diferenças não fazem a menor diferença em seu conceito a meu respeito!
Ou fazem?!

"Lancemos sobre Deus a nossa ansiedade".



A compulsividade, é sinal de insatisfação.
É uma ansiedade acelerada por saciar-se de algo, geralmente, no campo emocional.
Pessoas compulsivas comem demais, compram demais, falam demais, dormem demais, entregam-se a tudo radicalmente...
São ligeiramente fechadas no quesito confiança, facilmente manipuladas e inconscientemente frágeis.
Dificilmente falam de si mesmas, mas quando falam, são totalmente abertas e não omitem segredos.
Saõ pessoas que se importam com o próximo, e por isso, preferem se machucar a ferir alguém.
Estranho pensar que pessoas assim ainda existam, já que a sociedade atual, não exalta tais valores.
No entanto, precisam ser tratadas emocionalmente, pois o mal que fazem, é a si mesmas.
Por isso, a compulsividade, também pode ser tratada como um distúrbio psico-emocional, pois aliado a frustrações, e outras questões circunstanciais, pode transformar-se em depressão, transtorno obcessivo-compulsivo ou até mesmo em transtorno bipolar.
É claro que pessoas assim, tem dificuldade de aceitar ajuda, pois tem dificuldade em confiar nas pessoas, e já estão muito machucadas emocionalmente.
No entanto, aconselho a você que se viu espelhada em algumas destas palavras, a buscar ajuda médica, psíquica e espiritual...
Sabendo que  doenças emocionais, são ocasionadas em  situações físicas, que trouxeram fragilidade espiritual e se revelou na alma (emoções).

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