quinta-feira, 23 de março de 2023

Profecia cumprida de Daniel

O anjo Gabriel revelou ao profeta Daniel que Jerusalém seria destruída e que após 483 anos viria o Messias. E que o seu próprio povo, o povo de Israel, o rejeitaria e o crucificaria, e que a cidade de Jerusalém e o templo ficariam outra vez em ruínas. E foi assim que aconteceu.
A cidade e o lugar santo serão destruídos pelo povo do governante que virá. O fim virá como uma inundação: Guerras continuarão até o fim (Dn 9:26/NVI)
Jesus entrou na cidade de Jerusalém no dia exato da profecia, foi aclamado como Messias e depois rejeitado. Jesus mesmo profetizou:
Eu lhes garanto que não ficará aqui pedra sobre pedra; serão todas derrubadas". (Mt 24:2/NVI)
E cairão pela espada e serão levados como prisioneiros para todas as nações. (Lc 21:24a/NVI)
No ano 70 d.C, exatamente como Cristo previu os exércitos romanos sob Tito saquearam Jerusalém, derrubaram o templo de Herodes e não deixaram pedra sobre pedra. Mais de um milhão de judeus foram mortos e o remanescente de Israel foram espalhados entre as nações.
E vocês serão tirados da terra e serão espalhados pelas nações, de um lado ao outro da terra. (Dt 28:63-64/NVI)
Os profetas de Israel também previram o antissemitismo que perseguiriam os judeus por toda parte.
E vocês serão motivo de horror e motivo de zombaria e de riso para todas as nações para onde o Senhor o levar. (Dt 28:37/NVI)
Espalhados entre as nações os judeus têm sido odiados, perseguidos e mortos como nenhum outro povo. Enquanto a estéril terra de Jerusalém permaneceu de luto. Em dias admiráveis Jesus alertou:
Jerusalém será pisada pelos gentios, até que se cumpram os seus dias. (Lc 21:24b/NVI)



sexta-feira, 17 de março de 2023


A bíblia nos garante que Deus é fiel, e essa fidelidade está baseada nesta palavra:

"... se somos infiéis, Ele permanece fiel; porque não pode negar-se a Si mesmo". (2 Tm, 2:13)

Deus não vai contra o Seu caráter. 
Deus não beneficiará ninguém em detrimento da graça. Ele é graça, assim como é justiça, e ambos corroboram para que a Sua fidelidade seja verdadeira. 
Então não pense você que Ele não exercerá justiça porque ama, mas é justamente por causa deste amor que a Justiça Dele será imputada.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2023

A Origem do Nome dos Dias das Semanas


Na Antiguidade, não existia dias da semana como estamos habituados (segunda, terça, quarta,...), mas era marcado pelas luas. Tanto que o 1º dia do mês era marcado pela 1ª lua nova, então contava-se 7 dias (que é o tempo que a lua muda de fase) e então começava a próxima semana na lua crescente, e assim sucessivamente até a próxima lua nova, quando marcaria o 2º mês.
Então, o primeiro dia da semana não era domingo, como muitos acreditam que Jesus tenha ressuscitado, mas no 1º dia de fase da lua.
outro detalhe importante era que sábado não era o nome de um dia mas a referência ao descanso emana ou feriado. Tanto que em Levíticos 23:5-8 diz que tanto o dia 14 de abib quanto o dia 15 de abib, eram sábados do Senhor e não se podia trabalhar.
O primeiro marcava a Páscoa e o segundo o início da Festa dos Pães Asmos. Logo, Jesus morreu e dois dias seguintes eram sábados, quando ninguém podia fazer nada, por isso somente no terceiro dia após a sua morte ele foi visitado pelas mulheres, e não dois dias depois como supõem alguns, chegando a dizer que ele morreu na sexta-feira e no domingo pela manhã elas foram ao sepulcro.
O dia 14 de abib é uma data fixa e não tem nada a ver com fim de semana, ela é festejada no exato dia em que caia da semana. Desmistificando assim que Jesus tenha ressuscitado em um domingo e morrido numa sexta-feira.
A semana de sete dias (septimana, em latim, significando “sete manhãs”) é de origem babilônica. Na Babilônia, desde pelo menos 1600 a.C., associava-se os dias da semana e os planetas aos deuses. Assim, Vênus era associado à Ishtar, deusa do amor; Marte, ao deus da guerra e do submundo chamado Nergal; Júpiter, ao deus supremo da Babilônia, Marduck.
Quando os hebreus foram deportados para a Babilônia durante o reinado de Nabucodonosor II, final do século VI a.C., a elite judaica entrou em contato com a astronomia babilônica. A Bíblia Hebraica absorveu a semana de sete dias como mostra o relato da criação do mundo em seis dias destinando o sétimo e último como o dia do descanso. Essa tradição bem como o quarto mandamento do Decálogo – “Lembra-te do dia de descanso para o santificar” – são a base da prática judaica do Shabbat. Assim, a semana judaica tinha o Shabbat como o sétimo dia.

A semana romana

Os romanos, sob o Império, adotaram a semana de sete dias associando-os aos planetas e deuses olímpicos greco-romanos. Os planetas então conhecidos pelos astrônomos eram: Saturno, Júpiter, Marte, Vênus e Mercúrio. Assim, a semana romana era dividida conforme mostra a tabela abaixo.

Os nomes dos dias da semana no Império Romano.


Foi o imperador Constantino que, em março de 321, impôs o descanso semanal no dia do Sol decretando que todas as atividades profissionais (exceto o trabalho agrícola) deveriam cessar em homenagem ao Sol Invictus (Sol Invencível). Estabeleceu-se, assim, o descanso semanal no que seria mais tarde chamado domingo, tradição que se manteve até os dias de hoje.
A semana cristã
O Concílio de Niceia, realizado durante o reinado de Constantino em 325, estabeleceu, entre outras decisões, a reforma do calendário romano para dar-lhe uma feição cristã. O sétimo dia da semana, dedicado a Saturno, passou a ser dedicado ao Shabbat judeu, dia do descanso consagrado pelo Velho Testamento; ele se tornou o Sabbatum (sábado) dos católicos.
O primeiro dia da semana, o dia do Sol dos romanos, passou a ser Dominicus Dies (ou Dies Dominicum, Dies Dominica, Dies Domini) que, em português, significa Dia do Senhor, tendo evoluído para domingo. Esse dia já era o dia de descanso oficial do Império romano pelo decreto de Constantino de 321, e assim permaneceu.
Os outros cinco dias da semana continuaram com seus nomes romanos de deuses e planetas. Como lembra Paul Veyne: “nossa semana deve tanto à astrologia popular pagã quanto ao judeu-cristianismo e isso permitiu a Constantino contentar os cristãos sem contrariar os pagãos” (VEYNE, 2010, pp. 152-153).

Os nomes dos dias da semana após o Concílio de Niceia. Os nomes de origem pagã sobreviveram em boa parte da Europa latina cristã, como, por exemplo, na Espanha, na França e na Itália.


Os dias da semana numerados de Portugal

A língua portuguesa é a única língua românica em que o nome dos planetas foi substituído por numerais.
Quem decidiu isso foi São Martinho de Dume, bispo de Braga no século VI. Para ele, era uma blasfêmia chamar os dias da semana pelos seus nomes pagãos. Afirmava que não se podia “dar nomes de demônios aos dias que Deus criou”, referindo-se aos deuses romanos Júpiter, Marte, Vênus, Mercúrio.
Considerando isso, São Martinho propôs que durante a Semana Santa – período que, na Idade Média, todos os dias eram consagrados ao descanso e às orações –, os dias da semana fossem chamados feria (literalmente: dia livre, de onde deriva a palavra “feriado”) e ordenados numericamente.
A proposta foi aprovada no Primeiro Concílio de Braga, de 561 a 563, dirigido pelo próprio São Martinho e acabou se fixando para o resto do ano. Foram mantidos os nomes do Dia do Senhor (domingo) e do Sabbatum (sábado) e dados novos nomes aos demais dias da semana que passaram a ser Feria Secunda, Feria Tertia, Feria Quarta, Feria Quinta, Feria Sexta.
Ao longo dos anos, a língua portuguesa foi se modificando, tendo a palavra “feria” sido substituída por “feira” nos dias da semana, chegando-se assim aos nomes dos dias da semana atuais.

Os nomes dos dias da semana estabelecidos por São Martinho de Braga no século VI e que acabaram se fixando em Portugal e nos países de língua portuguesa como o Brasil.

A mudança imposta pelo bispo português São Martinho ficou valendo apenas para Portugal. Outros países, como Espanha, França e Itália mantiveram a raiz original dos planetas Mercúrio, Vénus, Marte, Júpiter e Saturno para chamar os dias da semana (veja na tabela rosa. acima).

Os dias da semana na Inglaterra

Na Inglaterra, a semana de sete dias chegou só no século V, bem atrasada em relação ao resto da Europa. O calendário romano foi adaptado aos deuses nórdicos.
Dessa forma, os nomes dos dias da semana nas línguas anglo-saxônias não derivaram do latim, mas dos nomes dos deuses daqueles povos. Assim, Marte, por exemplo, foi substituído por Tiw ou Tyr, deus da guerra, dando origem a Tuesday, equivalente à nossa terça-feira. Veja na tabela abaixo.

Os dias da semana nas línguas anglo-saxônicas derivam dos nomes dos deuses nórdicos.


Domingo: primeiro ou último dia da semana?

Na tradição religiosa cristã, Domingo é o primeiro dia da semana que comemora a ressurreição de Cristo. Nos Evangelhos, Jesus morreu no dia de “preparação para o sábado (Lucas 23:54), ou seja, num dia que antecedia o sábado, porém, com uma observação: tanto o dia 14 quanto o dia 15 de abib eram sábados do Senhor, então... se Jesus morreu numa sexta e os dois dias seguintes eram sábados, ele ressuscitou na segunda-feira e não no nosso domingo. Ele foi sepultado no final da tarde e lá permaneceu durante três dias segundo a Bíblia (Jo 2:19-21, Mc 8:31, Mt 12:39)  e foi na madrugada do terceiro dia e no primieiro dia da semana, ou seja, na chegada da lua nova, de domingo, que as mulheres foram ao túmulo (Mateus 28: 1; Marcos 16:1; Lucas 24:1, João 20:1).








segunda-feira, 26 de dezembro de 2022

ORIGEM DOS HOSPITAIS, CEMITÉRIOS E ESCOLAS PÚBLICAS.

 ORIGEM DOS HOSPITAIS PÚBLICOS

A palavra hospital é de raiz latina e deriva de “Hospitalis”. Proveniente de hospes (hóspedes) – nessas casas que, futuramente, seriam os hospitais era comum receber peregrinos, pobres e enfermos.

As hospedarias antigas eram lugares que alugavam quartos para que mulheres dessem a luz, feridos de guerra fossem tratados, ou pessoas com posses, pudessem tratar alguma enfermidade de modo isolado.

Os primeiros “hospitais” que temos informação foram construídos em 431 a.C, no Ceilão (atual Sri Lanka), pelo rei Pandukabhaya que ordenou a construção de casas “para internação”.

Por volta de 100 a.C, na Europa, a introdução coube aos romanos, que ergueram locais chamados de valetudinária, a fim de cuidar dos soldados feridos em batalha. No entanto, foi apenas a partir do século IV, com o crescimento do cristianismo, que os hospitais se expandiram de forma mais evidente.

Comandados por sacerdotes e religiosos, os monastérios passaram a servir de refúgio e base para viajantes, peregrinos e doentes pobres. Esses lugares possuíam um infirmitorium (enfermaria, lugar de enfermos), onde os pacientes eram tratados; uma farmácia e um jardim com plantas medicinais.

Esses modelos serviram como inspiração para os hospitais modernos. 

Na Idade Média, as ordens religiosas continuaram sendo os líderes nas criações de hospitais.

O Cristianismo tornou esse cuidado mais humano, surgindo a ideia de ajuda aos necessitados e doentes. 

O decreto de Milão, de 313 d.C., instituído pelo imperador Constantino, e o Concílio de Nicéia, de 325 d.C., que estabelecia o atendimento compulsório aos carentes e enfermos, promoveram a motivação final para o desenvolvimento dos hospitais.

 ORIGEM DAS ESCOLAS PÚBLICAS

Desde os primórdios da humanidade, podemos perceber o poder do ensino e da educação, bem como seu grande papel social, mas ela não se dava da forma como conhecemos hoje, e diferente era o seu objetivo. 

Nas comunidades primitivas as crianças e jovens aprendiam técnicas grupais de sobrevivência e práticas coletivas como caça, pesca, plantio e alguma cultura particular. Não existia uma instituição determinada para a educação: ela se dava em “casa” e no convívio com seu grupo ou tribo, e assim era repassada de pai para filho, confirmada através de gerações.

Após milhares de anos e gradativa evolução social, chegamos à Grécia Antiga, onde a educação sofre uma verdadeira dedicação e se revoluciona. Muito da educação ocidental é devida a Paidéia Grega, um complexo educacional de Ginastica, Gramática, Retórica, Música, Matemática, História, Filosofia, entre outras matérias, para formação de cidadãos capazes de exercer ativo papel na sociedade. Nesse contexto, a educação era para alunos seletos, excluindo-se mulheres, escravos e estrangeiros. Inclusive, a etimologia da palavra “escola” é de origem grega “scholé”, que significa “discussão”, “conferência” e também “tempo livre”, o que quer dizer, em outros termos, que no tempo livre pode-se desenvolver uma conversa útil, digna de aprendizado.

Chegando à Idade Média, temos os mosteiros como responsáveis pelo ensino, ainda assim muito seletos, com alunos da elite e estudos extremamente ligados à religião.

 

O mosteiro foi o primeiro espaço de organização e preservação dos saberes na Idade Média. Eles salientam que a concepção que temos de um local especialmente destinado à sistematização do ensino e do conhecimento nasceu da ideia cristã de evangelização presente no mosteiro e nas escolas cristãs dessa época. ((OLIVEIRA, 2008, p.208)

 

Mas foi a partir da Reforma Protestante em 1517 que Martinho Lutero, sendo um dos responsáveis, formulou o sistema de ensino público que serviu de modelo para a escola moderna no Ocidente.

Movido pela indignação e pela discordância com os costumes da Igreja de seu tempo, o monge produziu uma reforma global do sistema de ensino alemão, que inaugurou a escola moderna. Seus reflexos se estenderam pelo Ocidente e chegam aos dias de hoje. 

CEMITÉRIO PÚBLICO

A palavra cemitério vem do grego que significa, lugar de dormir.

Primitivamente, cemitério era o lugar onde se dormia. Foi somente nos primeiros séculos da nossa era que a palavra assumiu o sentido de necrópole, de campo-santo, campo de descanso eterno, etc.

A Bíblia, em várias passagens, denomina o cemitério como sendo onde dormem os mortos até serem acordados pelas trombetas do Juízo Final, quando se levantarão incorruptos. Em outros momentos, a morte se encontra como sinônimo de sono, como é o caso em que Jesus, ao falar sobre a morte de Lázaro, diz: “Lázaro, nosso amigo, dorme, mas vou despertá-lo” (Jo 11, 11).

Os mortos, eram sempre sepultados em campo aberto em locais comprados pela família onde se juntavam para esperar a ressurreição em família.

Porém, nem todos podiam ter um enterro digno. Criminosos e pessoas consideradas perversas, eram queimadas como sinal de purificação.

O cemitério, enquanto agrupamento de túmulos ou sepulturas, é provável que tenha surgido quando os homens passaram a se fixar em determinadas regiões, e, também, com o aparecimento da propriedade privada.

Com o aumento das cidades e de seus habitantes, acarretou o acúmulo de túmulos ao redor de igrejas, conhecidos como cemitérios cristãos, onde a família poderia enterrar seu parente no quintal da igreja que frequentava.

Segundo Tertuliano, seu aparecimento ocorreu fim do século II. Pela lei, tinham de ficar fora da cidade; subterrâneos ou em área descoberta, mas então, cercados por muros ou colunas. Devido a perseguição aos cristãos, passaram a constituir-se em local apropriado de reuniões e orações, e assim permaneceu até a idade média, quando houve uma ruptura do estado com a igreja e o estado passou a tomar conta dessa parte e cobrar pelo sepultamento. Este ato muito contribuiu para sua plataforma politico-partidaria como repertório de ação num palanque. 

 

 

Uma breve pesquisa sobre a origem das Escolas, hospitais e cemitérios públicos.

Meire Raposo – Historiadora, Teóloga e Professora.

16/12/21

sábado, 19 de novembro de 2022

Por melhor pai que você seja, mais protetor, provedor e cuidadoso, jamais se comparará a proteção, a provisão diária e o cuidado sobrenatural, que o nosso Pai Celestial nos dá. Nenhum amor, carinho ou perdão de mãe se compara ao imensurável amor que O Pai sente por nós.
O sentimento que tem por cada filho de forma única e especial, até mesmo com aqueles mais rebeldes, possui um carinho especial.
Seu perdão jamais se comparará ao nosso. Nenhum de nós como filhos, conseguirá deixá-Lo zangado o suficiente para negar o Seu perdão ou limitar a Sua benevolência.
Não existe absolutamente nada que possa diminuir o amor de Deus para com a humanidade.
Ele é soberanamente maior que os nossos erros, imensuravelmente misericordioso, insuperavelmente cuidadoso e incondicionalmente amoroso.
"E isso me torna convencida de que nada - vivo ou morto, angelical ou demoníaco, no presente ou no futuro, pensável ou impensável, em todo o universo - absolutamente nada pode se intrometer entre nós e o amor de Deus, que é nosso por meio de cristo o nosso Senhor".

terça-feira, 15 de novembro de 2022

Uma Reflexão sobre Salmos 12 e Provérbios 28

“Portanto, Senhor, sabemos que protegerás os oprimidos e para sempre os guardará desta geração mentirosa, ainda que os perversos andem confiantes, e a maldade seja elogiada em toda Terra. Pois quem leva os justos para o mau caminho cairá na própria armadilha que preparou, mas quem obedece a Deus de todo o coração receberá a recompensa justa”. (Sl 12;7-8/NVT; Pv 28:10/NBV-P) 

A corrupção no Brasil é uma temática bastante obscura, ainda que nas últimas décadas tenha se transformado numa espécie de luta dos bons contra os maus. 
Corrupto é sempre o outro. Mas, na verdade, mesmo sem admitir, um cidadão comum pode fazer parte da rede de corrupção quando suborna um guarda, compra o resultado de um concurso, negocia com um fiscal um benefício contra a lei, ou sendo complacente com um corrupto por comodismo ou benesses própria. Visto que o corrupto, só existe havendo o corruptor. E o corruptor é todo aquele que promove a deterioração de alguma regra, o que burla uma lei, ou código moral, com a desculpa de promover benefícios a outrem; quando na verdade, está apenas buscando benefício próprio. 
A palavra corrupção significa a adulteração das características originais de algo; mas etimologicamente é o "ato de quebrar aos pedaços". 
Aplicando a palavra, é dividir pra conquistar. 
Parece ambíguo, mas acredite, não é! 
Dividir uma opinião pública com a finalidade de alcançar adeptos até alcançar o todo é a ordem do momento. É empírico que toda minoria um dia será a maioria. Então, se alguém deseja conquistar um espaço na sociedade, dividir as opiniões, os grupos, as raças, as crenças, as filosofias, os gêneros, as liberdades, os conceitos, as religiões, a cultura, a música, a arte... facilitará na hora de promover uma ruptura e lançar a solução – a hegemonia. Que por sua vez titula todo aquele que pensa diferente como intolerante, fundamentalista, preconceituoso. 
Mas acredite, o paradigma da divisão vem do mesmo que propõem a “solução”. A mesma turma que dividiu agora cobra a união das classes, onde todos precisam aceitar tudo ou será chamado de ditador. Isso mesmo, essa palavra agora ganha novo sentido. Aquele que discorda de uma opinião é conhecido como supremacista, e não aquele que impõe suas ideias. 
Paradoxo não?! 
Pois é... 
Mas nessa geração onde todas as palavras mudaram o sentido e o português é mais aceito em sua forma dialética que a tradicional, conhecer a origem e identificar o erro é quase criminoso. Mas acredite, ‘os ímpios fogem mesmo quando ninguém os persegue, mas o justo é corajoso com leão’. (Pv 28:1/NAA) Siga firme!

quarta-feira, 9 de novembro de 2022

Sou contra o que chamam atualmente de democracia, onde só um lado fala e o outro é democraticamente calado. Onde um lado aclama a morte do opositor, mas o outro não pode opinar a respeito da sua vida nessa conjuntura. 
Eu não sou conivente com os erros do atual presidente, mas reconheço que é muito melhor poder critica-lo a ser censurada a cada crítica feita a um homem que nem diplomado foi e já promove tanta censura. 
O golpe foi feito quando anularam a sentença de um criminoso julgado em três instâncias e condenado por unanimidade por lavagem de dinheiro e práticas de corrupção. O que acontece hoje é apenas uma reação a injustiça promovida no país que está virando uma ditadura judicial. 
Enquanto um lado ora pela nação e busca uma solução antes que seja tarde, o outro saqueia CEASA, incendeia pneus, bandeira, faz festa em presídios, invadem e depreda igrejas e insinua uma perseguição acirrada aos opositores políticos. Não seria isso uma violação a democracia?! 
Em 2018, todos massacraram o B0ls0nar0, dizendo que ele mataria homossexuais, faria leis contra as mulheres e taxaria os mais pobres para beneficiar banqueiros. Mas não foi isso que aconteceu. Se você não sabe, é porque foi informado pela mídia partidária que influencia a todos que tem preguiça de pesquisar na fonte. Dê uma olhada na repercussão que já causou a vitória da esquerda. O dólar subiu, a bolsa caiu, a Petrobrás foi desvalorizada, e os ministros sugeridos são medíocres, sem nenhuma formação acadêmica na área indicada; o que ocorre é apenas uma manobra política e de muita chantagem partidária em prol de apoio no congresso. 
Você viu que o presidente eleito já propôs uma PEC de 200 BILHÕES de reais a fim de tentar cumprir as promessas que fez sem nenhuma responsabilidade fiscal? 
Pois é, já entraremos 2023 devendo, estourando o teto de gastos e sem o auxilio emergencial prometido, pois já caiu por terra o que fora prometido em campanha quando afirmou: "Não teremos condição de cumprir nenhuma promessa". 
É uma pena o povo continuar vendendo o seu voto e trocando a sua liberdade em benefício a um partido. Já dizia um teólogo: "Por desejar a maçã Adão e Eva perderam o paraíso". 
Que Deus nos ajude!

segunda-feira, 31 de outubro de 2022

 Esta palavra foi escrita pelo apóstolo Paulo quando este discipulava Timóteo para o seu ministério.

”...torna-te padrão dos fiéis...” (1 Timóteo, 4:12)
Por que não do mundo?
Você já parou para pensar nisso?
Deus enfoca que ele deveria ser exemplo entre os fiéis, entre as pessoas que já praticavam a verdade e que já conheciam Cristo.
Isso nos mostra o quanto Deus estava exigindo dele, afinal, ser luz em trevas não é tão difícil assim, qualquer fósforo aceso faz a diferença... Mas Deus queria mais, queria que os fiéis da época olhassem para ele e vissem mais que um jovem convertido, vissem um jovem aprimorado na palavra e comprometido com ela.
Alguém que pudesse ser-lhes de exemplo apesar da pouca idade.
Alguém que sobressaísse, fizesse além do esperado, mais: um exemplo entre os exemplos.

Uma Reflexão sobre Jeremias 7:16

 "Não interceda mais por este povo. Não chore nem faça orações por eles, e não suplique para que Eu os ajude, pois não o ouvirei". (NVT)

Jeremias era um sacerdote de Israel e morava em Jerusalém.
Ele era apenas um rapaz quando Deus o chamou para ser um profeta, mas suas profecias não agradavam o povo judeu, pois confrontava seus pecados e prometia muito juízo à Casa de Israel.
Em Jerusalém, existiam outros "profetas", mas estes, eram amigos do rei e profetizavam somente aquilo que ele gostava de ouvir.
Por isso, tanto o rei quanto o povo judeu, eram antipáticos a Jeremias e incrédulos às suas profecias, difamando-o de todas as formas e descredenciando-o do seu ministério profético diante de todo o Israel.
Porém, Jeremias continuava a propagar aquilo que Deus havia o entregado, e amargurado, continuava pedindo que o povo se arrependesse de seus pecados, idolatria e injustiças, pois caso contrário, Deus permitiria que um novo rei se assentasse sobre Israel, através de uma tomada de poder, que os faria sofrer fome, pestilências e guerra.
O povo não acreditou.
Jeremias então, sem saber o que fazer para reverter o juízo de Deus àquele povo, põe-se a orar pedindo que Ele tenha misericórdia e não aja daquela forma tão avassaladora.
Mas o tempo do perdão havia se esgotado.
Deus mandou que Jeremias parasse de orar, caso contrário, seria também punido, pois nada O faria mudar naquele momento, era necessário que o povo sofresse as consequências dos seus atos para acreditarem na Palavra de Deus.
Jerusalém foi sitiada por Nabucodonozor, e cerceada de alimento e água, tornou-se refém daquele que num só dia, incendiou a cidade, saqueou os bens, destruiu o Templo e exilou o povo, forçando-o a viver sob o seu domínio.
Se você conhece a história, sabe que as tragédias não afetaram a todos, somente àqueles que não deram ouvido a profecia e escolheram acreditar no rei ao invés do profeta.
Acordei hoje com esse texto, e acredito que seja Deus alertando quanto o que vai acontecer daqui pra frente.
Eu seguirei obedecendo a Deus e a Sua Palavra, não negociando meus princípios e mantendo minha fé Naquele que pode me guardar.
Quanto aqueles que se venderam, omitiram ou preferiram abster, sigo a orientação de Deus a Jeremias, pois quem sabe na desolação, a alma destes não seja regenerada?! (1 Co 5:5)

sábado, 29 de outubro de 2022



Se você ficar em pé em meio a um trânsito tumultuado, com buzinas, barulho de motor e muita gente, enxergará um mundo turbulento e quase repulsivo.
Mas se subir num prédio de 30 andares e lá do alto olhar para este mesmo trânsito, sentirá paz.
Isso é porque a altura nos revela uma nova possibilidade, nos dá um novo horizonte e nos transporta a um novo olhar.
Examente o que Deus deseja fazer em sua vida;
levá-lo a lugares mais altos, onde a multidão não lhe esbarre e o barulho da vida não lhe traga confusão.

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