sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

A verdadeira Santidade...

Fico admirada com algumas pessoas...
Tem gente que acha que pra servir a Deus, precisa se afastar das pessoas, deixar o convívio social, enclausurar-se numa redoma de vidro, morrer pra este mundo literalmente, fazendo a convivências das pessoas ao seu redor com ele insuportável.
Ficam a dizer que pedem orientação a Deus pra tudo, e quase sempre esse "Deus" nada permite, tudo exorta, sempre impede e tá sempre de mal humor...
Misericórdia!!
Que Deus é esse?
Realmente eu não o conheço, e na verdade, nem estou interessada em conhecer.
O Deus a quem sirvo, é um Deus totalmente sensível, que sorri para os filhos que ama, que se entristece com as lágrimas que caem dos seus olhos, que se comove com suas dores e logo lhes dá o refrigério, que sente saudade quando não ligamos pra Ele, que faz de tudo pra chamar a sua atenção quando estão distraídos com o mundo, mas que acima de tudo, sente prazer numa boa amizade e cuida que ela cresça com saúde e maturidade.
Jesus Cristo é o nosso maior exemplo de Deus, o Pai.
Cristo andava com todos, sem acepção.
Frequentava festas de todos os tipos, religiosas ou não.
Tinha sempre tempo pra ouvir uma história, ainda que fosse de uma adúltera, e ainda permitia que prostitutas lavassem os seus pés.
Certa vez dormiu na casa de um ladrão, e se fez amigo dele, mas nunca sentou-se pra fazer refeição alguma com os religiosos da época, os farizeus.
Será por quê?
Com certeza porque Jesus queria nos mostrar o verdadeiro sentido da santidade.
Santidade que produz empatia, que provoca mudança e que atrai seguidores.
Santidade que inspira liberdade, que acumula alegrias e que não pesa sobre os ombros.
Santidade que nos torna humanizados, enxergando o pecado em nossa vida e não nas dos outros.
Santidade que produz regeneração sem vaidade, crescimento sem soberba e maturidade sem ostentação.
Quer experimentar?

Uma reflexão a respeito de 1 Corintios, 13:

Há um tempo atrás, ouvi uma ministração do Pr Ed René Kivitz a respeito deste texto como eu nunca tinha ouvido antes.
Mediante a algumas situações em minha vida, fiquei analisando como podemos nos deteriorar, e como podemos ser transformados pela dor.
Interessante perceber que nada nos modifica sem a nossa permissão, no entanto, há algumas modificações ocasionadas inconscientemente, e que pode repercutir de forma traumática em nossa vida futura.
Por que estou falando isso?
Nós mulheres, nascemos sonhando com um príncipe encantado, aprendemos ser românticas e somos formadas interiormente para acreditar em sonhos.
Mas aí, crescemos, e descobrimos que todo príncipe tem o seu dia de sapo.
E à medida que o tempo passa, esse sapo pode ser ocasional ou permanente, e que isso pode influenciar na maneira que enxergamos o mundo, os sentimentos, mais que isso, pode embaçar a visão romântica levando a cegueira total.
O que mais me importunou nesta análise, é saber que eu não sou vítima, mas sou cúmplice do resultado atual.
Se minha visão mudou, permiti deliberadamente que isto acontecesse.
Ninguém pode me conduzir a um lugar que meus pés não queiram ir.
Da mesma forma que posso aceitar ou não circunstâncias em minha vida apenas me posicionando.
No entanto, ainda creio no amor de 1 Coríntios 13.
Não como um conto de fadas, mas como um alvo proposto a dois e conquistado individualmente dia após dia.
No diálogo há acordo. No acordo, um propósito e, no propósito um objetivo comum.
Viva o amor, o mais sublime amor...

sábado, 4 de dezembro de 2010

Tempo é Dinheiro...

Quem nunca ouviu esta frase?!
Tempo é uma coisa estranha...
Quando se está ansioso por algo, ele demora passar.
Quando se está muito atarefado, ele voa, fazendo suas atividades acumularem e lhe deixando ainda mais exacerbado.
Quando pensamos no futuro, parece distante.
Quando relembramos o passado, parece recente.
Ainda criança, imaginamos uma possibilidade remota, um alvo quase inatingível o futuro distante.
Depois de adultos, um caminho percorrido sem volta, recordações recentes porém longínquas, capaz de nos mostrar o quanto se passou sem percebermos.
Na verdade, a estimativa de vida de 73 anos hoje, só nos revela o quão pouco tempo temos pra sermos felizes nesta única vida.
Tempo não se compra, não se adia e nem se acumula.
Ele é único, exclusivo e individual.
Com ele podemos fazer planos, mas sem ele, não podemos realizá-los.
Por causa dele, esquecemos prioridades da vida irrecuperáveis.
Em busca dele negociamos momentos inegociáveis, perdemos horas infindáveis achando que na frente será recuperado.
Que engano !!!
Um olhar perdido, um sorriso não correspondido, um convite rejeitado, um conselho não ouvido, um amor abandonado, uma festa esquecida, uma lembrança inquestionável...
Se tempo realmente é dinheiro, não perca, não gaste a toa e nem aplique em transações sem retorno.
Deposite nas pessoas certas, gerencie-os nos melhores momentos e invista na sua felicidade.
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